15 maio, 2008

Prorrogada a vacinação contra gripe em idosos

Por: Jaime Lobato

IMPRESSO

A população com idade superior a 60 anos terá até a sexta-feira para conseguir a vacinação contra a gripe em idosos. A Campanha Nacional de Vacinação do Idoso com o slogan "Não deixe a gripe te derrubar! Vacine-se" foi prorrogada devido a chuva em alguns municípios que impediram a vacinação de idosos em alguns municípios.
No Amazonas devem ser imunizados contra o vírus causador da gripe 142.112 idosos, o que representa 80% do total da população do estado nessa faixa etária. O objetivo, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, é reduzir os casos de gripe assim como as complicações decorrentes dessa doença em idosos.
Os locais de atendimento aos idosos até ests sexta-feira serão nos postos de saúde dos bairros do Manôa, Tancredo Neves, Compensa e Nossa Senhora das Graças. Segundo a dona de casa Lúcia Fernandes, 63, diz que “A prorrogação de uma campanha como essa ajuda bastante quem não pôde ir no período estipulado ocasionado por alguma dificuldade pessoal”.
A assessoria do Ministério da Saúde informou que a única restrição fica por conta dos idosos que tem um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que a dose é produzida em embriões de galinha.


TV

RETRANCA: PRORROGAÇÃO DA VACINA CONTRA A GRIPE

TERMINA NESTA SEXTA-FEIRA O PRAZO PARA A VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE QUE AFETA OS IDOSOS///

A DECISÃO FOI TOMADA POR CONTA DAS FORTES CHUVAS QUE PREJUDICARAM A IDA DOS IDOSOS EM ALGUNS POSTOS DE SAÚDE WM DIVERSOS MUNICÍPIOS///

SEGUNDO A SEMSA/ SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE/ A CAMPANHA TEM COMO OBJETIVO A REDUÇÃO DOS CASOS DE GRIPE ASSIM COMO AS COMPLICAÇÕES DECORRENTES DA DOENÇA EM IDOSOS///

OS LOCAIS DE ATENDIMENTO SERÃO FEITOS NOS POSTOS DE SAÚDE DO MANÔA/ TANCREDO NEVES/ COMPENSA E NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS///

RÁDIO

RETRANCA: PREFEITURA DE MANAUS PRORROGA VACINA CONTRA A GRIPE

A SEMSA/ SECRETÁRIA MUNICIPAL DE SAÚDE/ VAI PRORROGAR ATÉ SEXTA/FEIRA A VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE EM IDOSOS///

A SECRETARIA RESOLVEU MANTER A VACINA EM QUATRO DISTRITOS DE SAÚDE NOS BAIRROS TANCREDO NEVES/ MANÔA/ COMPENSA E NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS / A INDICATIVA É DO MINISTÉRIO DA SAÚDE///

EM SUA DÉCIMA EDIÇÃO/ A CAMPANHA TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL A REDUÇÃO DOS CASOS DE GRIPE/ COMPLICAÇÕES DECORRENTES DA DOENÇA/ HOSPITALIZAÇÕES E OS ÓBITOS ENTRE OS IDOSOS///

A ASSESSORIA DO MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMOU QUE SÓ NÃO PODEM SER VACINADOS AQUELES QUE TEM UM QUADRO RARÍSSIMO ALERGIA COMPROVADA À PROTEÍNA DO OVO///

12 maio, 2008

Oito horas de rock e chopp

Por Lívia Nadjanara

Os amantes do rock’n’roll e de chopp vão poder reunir as duas paixões num só evento. É o primeiro Rock Chopp Festival – Porão do Alemão, que vai trazer 4 bandas para a Academia de Tênis para oito horas de som numa mistura de Rock Nacional, Pop, Heavy Metal, Hard Core numa ampla abordagem dos principais estilos do Rock’n’roll, gênero que há mais de 50 anos faz a cabeça de “jovens” de todas as idades.
A idéia, segundo William Lauschner, proprietário do Porão do Alemão, é reunir as diversas tribos de rock numa grande confraternização e oferecer a esse público uma estrutura mais ampla e uma diversidade de bandas que possam ser uma vitrine do cenário roqueiro de Manaus.
“Já tivemos uma experiência muito bem sucedida oferecendo, durante o carnaval, uma alternativa para os roqueiros”, lembra William Lauschner, referindo-se `a primeira Banda do Porão, realizada este ano e que ao invés dos ritmos tradicionais de carnaval levou muito rock para a Academia de Tênis.
O primeiro Rock Chopp Festival será no dia 31 de maio, sábado, na Academia de Tênis a partir das 18 horas e conta com as bandas Overload, Barflys, Critical Age, Belladonna e High Tower, que vão apresentar repertórios que vão de Beatles a System of a Down. E para fazer jus ao nome da festa, chopp liberado durante mais de oito horas.
Os ingressos de pista (estudante) custam R$ 30 e os ingressos para área VIP com direito a caneca de chopp acrílica e camiseta custam R$ 50 (estudante). Os ingressos antecipados podem ser adquiridos na bilheteria do Porão do Alemão (Estrada da Ponta Negra) de segunda a sábado das 19h as 0h.




NOTA SECA – TV
RETRANCA: ROCK CHOPP – PORÃO DO ALEMÃO

OS AMANTES DO ROCK’N’ROLL E DE CHOPP VÃO PODER REUNIR AS DUAS PAIXÕES NUM SÓ EVENTO// É O PRIMEIRO ROCK CHOPP FESTIVAL – PORÃO DO ALEMÃO/ QUE ACONTECE NO DIA 31 DE MAIO NA ACADEMIA DE TÊNIS///
OS INGRESSOS PARA ESTUDANTE CUSTAM TRINTA REAIS NA PISTA E/ NA ÁREA VIP COM DIREITO A CANECA E CAMISETA/ CUSTAM CINQÜENTA REAIS///
A VENDA ANTECIPADA DE INGRESSOS ESTA SENDO FEITA NO PORÃO DO ALEMÃO/ NA ESTRADA DA PONTA NEGRA/ DE SEGUNDA A SÁBADO/ A PARTIR DAS DEZENOVE HORAS///


NOTA SECA – RÁDIO
RETRANCA: ROCK CHOPP – PORÃO DO ALEMÃO

OS AMANTES DO ROCK’N’ROLL E DE CHOPP VÃO PODER REUNIR AS DUAS PAIXÕES NUM SÓ EVENTO// É O PRIMEIRO ROCK CHOPP FESTIVAL – PORÃO DO ALEMÃO/ QUE ACONTECE NO DIA 31 DE MAIO NA ACADEMIA DE TÊNIS///
OS INGRESSOS PARA ESTUDANTE CUSTAM TRINTA REAIS NA PISTA E/ NA ÁREA VIP COM DIREITO A CANECA E CAMISETA/ CUSTAM CINQÜENTA REAIS///
A VENDA ANTECIPADA DE INGRESSOS ESTA SENDO FEITA NO PORÃO DO ALEMÃO/ NA ESTRADA DA PONTA NEGRA/ DE SEGUNDA A SÁBADO/ A PARTIR DAS DEZENOVE HORAS///

Aumentam denúncias sobre a poluição sonora em Manaus

Por Luiz Pinheiro

Segundo a coordenadora de qualidade e controle ambiental Melcinda Fernandes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA), só este ano foram registrados cerca de mil e quinhentas denúncias de poluição sonora. Sendo que grande parte destas denúncias são originadas das lojas do centro de Manaus.
Embora recursos utilizados pelos comerciantes como gritos e microfones para chamar a atenção dos clientes sejam bastantes comuns, são prejudiciais a saúde dos consumidores e dos próprios lojistas e previstos por lei como poluição sonora e crime ambiental, podendo ocasionar uma multa que pode chegar a 14 mil reais.
Segundo o gerente administrativo José Carlos, 45, andar por algumas partes do centro de Manaus tornou-se um infortúnio. “Algumas vezes, a impressão que eu tenho é de que alguns lojistas vão atacar a gente, gritando daquele jeito, quando não atacam”. Lamenta.
Quem passa diariamente pela Marechal Deodoro, tem que enfrentar o barulho, muitos não gostam, outros ainda tentam se acostumar. Para a dona de casa Marilza Matos, 51, o barulho cada vez mais intenso acaba atrapalhando quem faz as compras.
Conforme o Diretor executivo Manuel Oliveira da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM), os lojistas do centro de Manaus irão receber orientações da Secretaria Municipal do Meio Ambiente à respeito da poluição sonora/ depois vai ser a vez dos proprietários de lojas da zona leste.

TV

RETRANCA: POLUIÇÃO SONORA NO CENTRO DE MANAUS

PARA ACABAR COM A FREQUENTE POLUIÇÃO SONORA QUE ATINGE GRANDE PARTE DAS ÁREAS COMERCIAIS DA CIDADE/ OS LOJISTAS ESTÃO RECEBENDO AVISOS PARA EVITAR FAZER MUITO BARULHO///

NA RUA MARECHAL DEODORO/ CONHECIDA POPULARMENTE COMO “RUA DO BATE PALMAS” É FREQUENTE O USO DE GRITOS E MICROFONES PARA CHAMAR A ATENÇÃO DOS CLIENTES///

EMBORA ESTES RECURSOS SEJAM MUITOS COMUNS/ SÃO CONSIDERADOS POLUIÇÃO SONORA E CRIME AMBIENTAL/ JÁ QUE PREJUDICAM NÃO SÓ A SAÚDE DOS CONSUMIDORES COMO OS PRÓPRIOS COMERCIANTES///

A MULTA APLICADA A ESSE TIPO DE CRIME VARIA DE DOIS MIL E OITOCENTOS A CATORZE MIL REAIS/ SÓ ESTE ANO JÁ FORAM REGISTRADAS PELO SEMMA/ SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE/ MIL E QUINHENTAS DENÚNCIAS DE POLUIÇÃO SONORA/ SENDO QUE GRANDE PARTE DELAS ESTÁ RELACIONADA ÀS LOJAS DO CENTRO///

MANUEL OLIVEIRA, DIRETOR EXECUTIVO DA CDLM - CÂMARA DOS DIRIGENTES LOJISTAS DE MANAUS DISSE QUE OS LOJISTAS DO CENTRO DE MANAUS VÃO RECEBER ORIENTAÇÕES DA SEMMA À RESPEITO DA POLUIÇÃO SONORA/ DEPOIS VAI SER A VEZ DOS PROPRIETÁRIOS DE LOJAS DA ZONA LESTE///

Rádio

RETRANCA: POLUIÇÃO SONORA NO CENTRO

LOJISTAS RECEBEM ORIENTAÇÕES PARA EVITAR A POLUIÇÃO SONORA NAS RUAS/ UM PROBLEMA QUE PREJUDICA CONSUMIDORES E ATÉ O PRÓPRIO COMÉRCIO///

NA "RUA DO BATE PALMAS" COMO É CONHECIDA A MARECHAL DEODORO/ NO CENTRO DA CIDADE/ VENDEDORES DISPUTAM CLIENTES NA GARGANTA/ COM O LOCUTOR AO MICROFONE///

EMBORA SEJA MUITO UTILIZADO PELOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS/ ESSE RECURSO É CONSIDERADO POLUIÇÃO SONORA E CRIME AMBIENTAL / E PODE CAUSAR DANOS À SAÚDE// A MULTA VARIA DE DOIS MIL E OITOCENTOS A CATORZE MIL REAIS///

ESTE ANO/ SEGUNDO MELCINDA FERNANDES, COORDENADORA DE QUALIDADE E CONTROLE AMBIENTAL DA SEMMA - SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE JÁ FOI REGISTRADO CERCA DE MIL E QUINHENTAS DENÚNCIAS DE POLUIÇÃO SONORA// GRANDE PARTE DELAS ESTÁ RELACIONADA A ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS E LOJAS DO CENTRO///

CONFORME MANUEL OLIVEIRA, DIRETOR EXECUTIVO DA CDLM - CÂMARA DOS DIRIGENTES LOJISTAS DE MANAUS OS LOJISTAS DO CENTRO DE MANAUS VÃO RECEBER ORIENTAÇÕES DA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO A RESPEITO DA POLUIÇÃO SONORA/ DEPOIS VAI SER A VEZ DOS PROPRIETÁRIOS DE LOJAS DA ZONA LESTE///

QUEM PASSA DIARIAMENTE PELA MARECHAL/ TEM QUE ENFRENTAR O BARULHO/ MUITOS NÃO GOSTAM/ OUTROS/ AINDA TENTAM SE ACOSTUMAR// PARA A DONA DE CASA MARILZA MATOS, O BARULHO A CABA ATRAPALHANDO QUEM FAZ AS COMPRAS///

08 maio, 2008

Todos contra a dengue

Por Elenilza Vieira

A audiência na Câmara Municipal para discutir a criação de um movimento de combate a dengue em Manaus na última semana de abril, reuniu secretarias de saúde do estado e município e órgãos ligados ao problema. O objetivo dos envolvidos é alertar a população sobre os riscos da doença e estimular a prevenção da dengue com medidas ambientais e sanitárias, como não deixar garrafas, pneus e outros objetos com água parada.
Segundo a presidente da comissão de saúde da Câmara Municipal, vereadora Lúcia Antony, o movimento vai ajudar no combate a dengue onde não existe muita divulgação sobre a doença, em bairros como, Cidade de Deus, Parque Centenário e Nova Floresta Zona Norte de Manaus.
Só nos primeiros meses do ano, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVSA) registrou 2.509 casos de dengue em Manaus, de acordo com o diretor da Fundação de Vigilância Sanitária do Amazonas, Evandro Melo, esse foi um dos motivos que levaram a secretaria a intensificar as ações na cidade. Segundo ele, debates como esses que discutem a criação de um movimento de combate a dengue, só vão reforçar as medidas que já vêm sendo tomadas pela secretaria.
Para a dona de casa Nancy Silva, moradora do Zumbi, Zona Leste da cidade, esse tipo de movimento de combate a dengue é muito bom, pois ajuda na conscientização e no perigo da doença.
Depois das discussões ficou acertada a distribuição de materiais educativos feitos pela Câmara Municipal e a Secretaria de Vigilância em Saúde do Estado, além de uma grande mobilização da sociedade no último sábado do mês de maio, com uma passeata por várias ruas da cidade, panfletagens e mutirão de limpeza.


TEXTO PARA TV

RETRANCA – TODOS CONTRA A DENGUE

A CÂMARA MUNICIPAL MANAUS DISCUTE A CRIAÇÃO DE UM MOVIMENTO DE COMBATE À DENGUE EM MANAUS// A PROPOSTA É ENVOLVER TODA A CIDADE EM UMA AMPLA MOBILIZAÇÃO CONTRA A DOENÇA///
A AUDIÊNCIA REUNIU SECRETARIAS DE SAÚDE DO ESTADO E MUNICÍPIO E ÓRGÃOS LIGADOS AO PROBLEMA // O OBJETIVO É INFORMAR A POPULAÇÃO SOBRE OS RISCOS DA DOENÇA E ESTIMULAR A PREVENÇÃO NO COMBATE A DENGUE//
SÓ NOS PRIMEIROS MESES DE DOIS MIL E OITO/ A FUNDAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO AMAZONAS REGISTROU DOIS MIL QUINHENTOS E NOVE CASOS DE DENGUE//
DE ACORDO COM O DIRETOR DO ÓRGÃO/ EVENDRO MELO/ ESSE FOI UM DOS MOTIVOS QUE LEVARAM A INTENSIFICAR AS AÇÕES NA CIDADE //
DEPOIS DAS DISCUSSÕES FICOU ACERTADA A DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAIS EDUCATIVOS E UMA GRANDE MOBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE NO ÚLTIMO SÁBADO DE MAIO/ COM UMA PASSEATA PELAS RUAS DA CIDADE//


TEXTO PARA RÁDIO

Retranca – Mobilização contra a dengue


SECRETARIAS DE SAÚDE DO ESTADO E MUNICÍPIO PARTICIPARAM EM ABRIL DE UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS/ O EVENTO SERVIU PARA DEBATER A SUTUAÇÃO DA DENGUE NA CIDADE//
SEGUNDO A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE SAÚDE DA CÂMARA MUNICIPAL/ VEREADORA LUCIA ANTONY/ A IDÉIA É FAZER UMA AMPLA MOBILIZAÇÃO NA CIDADE DE MANAUS PARA CONSCIENTIZAR O COMBATE A DENGUE///
REGISTROS FEITOS PELA FUNDAÇÃO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DO AMAZONAS/ APONTAM QUE NOS PRIMEIROS MESES DESTE ANO/ FORAM REGISTRADOS DOIS MIL E QUINHENTOS E NOVE CASOS DE DENGUE EM MANAUS//
DE ACORDO COM O DIRETOR DO ÓRGÃO EVANDRO MELO/ ESSE FOI UM DOS MOTIVOS QUE LEVARAM A SECRETARIA A INTENSIFICAR AS AÇÕES NA CIDADE///
O MOVIMENTO DE COMBATE A DENGE DEVE ACONTECER NO ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS DE MAIO/ COM UM MUTIRÃO DE LIMPEZA/ PANFLETAGENS E CARREATA EM VÁRIOS BAIRROS DE MANAUS//

03 abril, 2008

Pesquisas apontam índice de desmatamento provocado pelos biocombustíveis

AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)

Data: 28/03/2008

Destino: Jornal O Dia

Editoria/Caderno: Economia

Laudas: 02

PADRÃO

Pesquisas apontam índice de desmatamento provocado pelos biocombustíveis

Debate entre pesquisadores a respeito da ação prejudicial do biocombustível nas florestas Amazônicas mostram diferentes formas de agir para não prejudicar as florestas (Leia mais...)

Por Estefany Naiana

Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) sobre as perspectivas da agricultura mundial na próxima década, divulgado na quarta-feira 4 de Julho de 2007, pode-se verificar uma alta de preços para alguns produtos, com destaque para os cereais.

A seca em alguns países produtores de cereais e a redução de excedentes devido à procura chinesa e à reforma da Política Agrícola Comum da União Europeia (PAC), explicam os recentes picos nos preços de algumas matérias-primas.

No estudo divulgado na última quinta-feira (7) cientistas americanos da OCDE explicaram que o forte aumento da demanda de etanol de milho nos Estados Unidos provoca a destruição crescente da floresta amazônica no Brasil, para responder à demanda do etanol, os agricultores dos EUA pararam de alternar os cultivos de milho com as de soja. Assim os brasileiros precisam produzir ainda mais soja para atender à demanda mundial insatisfeita, e isso acaba afetando as florestas virgens.

Pesquisadores e estudiosos nas áreas de bioquímicas fazem uma análise a respeito dos biocombustíveis, a forma de como vai ser utilizada e retirada das florestas amazônicas.

O motivo que engloba essa discussão é para defesa do meio ambiente e da população, pois sabe-se ao certo que o aquecimento global está prejudicando a todos, e um desses motivos são a destruição de ecossistemas naturais.

Especialistas americanos alertam que destruir ecossistemas naturais como a floresta Amazônica brasileira para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis, agrava o aquecimento global, gerando, por muitas décadas mais dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa.

Segundo o relatório na UE, a quantidade de oleaginosas usadas para biodiesel deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para vinte e um milhões dentro de dez anos. Nos EUA, o etanol feito a partir do milho vai duplicar até 2016, enquanto, no Brasil, os vinte e um milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 milhões.

“Se nós estamos tentando limitar o aquecimento global, é um absurdo desmatarmos para produzir os biocombustíveis", afirmou Joe Fargione, um pesquisador da Nature Conservancy, uma das mais importantes organizações privadas de proteção do meio ambiente.

No entanto outros cientistas afirmam que as derrubadas de florestas virgens ultrapassa o volume de gás carbônico que não é emitido graças a utilização de biocombustíveis.

Os desmatamentos para o cultivo do milho ou da cana-de-açúcar, a partir dos quais se produz etanol ou ainda da soja para biodiesel, são responsáveis por volumes de emissões de CO2 de 17 a 420 vezes maiores, que a redução anual resultante da substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis, calculou pesquisadores.

"Todos os biocombustíveis que utilizamos atualmente promovem uma destruição da natureza, direta ou indiretamente", afirmou Fargione.

"A agricultura mundial já produz alimentos para seis bilhões de seres humanos e aumentar a produção de biocombustíveis forçará a antecipação do desmatamento de superfícies naturais para plantações", acrescentou o pesquisador

"Os governos não só utilizam um sistema para encorajar os proprietários a limitarem as emissões de CO2, como também lhes oferecem incentivos financeiros para terem plantações destinadas a produzir biocombustíveis", revelou Stephen Polasky, professor de economia na Universidade de Minnesota, um dos co-autores deste trabalho.

"Incentivar o aumento da retenção do carbono pela natureza ou penalizar as emissões de CO2 oriundas de culturas é essencial para responder com seriedade a este problema", segundo ele. Os autores deste estudo ressaltam, no entanto, que alguns biocombustíveis não contribuem ao aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente.

Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e como plantas herbáceas que são objeto de inúmeras pesquisas.

AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)

Data: 28/03/2008

Destino: Jornal O Dia

Editoria/Caderno: Economia

Laudas: 01

DIRIGIDO

Reação dos biocombustíveis

O Amazonas tem ouvido falar muito sobre o biocombustível, pois é a partir dele que saem os materiais biológicos em combustão, que possui a capacidade de gerar energia para realização de trabalhos.

Está em debate este assunto à saber como tudo ficará adiante, principalmente pelo fato de como os preços dos produtos agrícolas estão em alta, considerando que haverá um desmatamento de grandes florestas.

Segundo alguns autores de estudos ressaltam, no entanto, que alguns biocombustíveis não contribuem ao aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente.

AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)

Data: 28/03/2008

Destino: Jornal O Dia

Editoria/Caderno: Economia

Laudas: 01

CONVOCAÇÃO

Convidamos os funcionários do jornal O Dia à participarem de um debate sobre os transtornos que os biocombustíveis tem causado na floresta amazônica, principalmente a forma que ele pode prejudicar a populção com a contribuição do aquecimento global.

Teremos participações especiais do governador do estado do Amazonas Eduardo Braga, prefeito Serafim Correa, deputados e representantes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA) e do Instituto de Pesquisa do Amazonas (INPA), entre outros.

Esse debate se realizará na próxima quarta-feira dia 02 de abril de 2008 às 17h no escritório do PC do B situado na rua Luiz Antony, nº 762, Centro.

– DATA: 02 de abril de 2008

– HORA: 17:00h

– LOCAL: rua Luiz Antony, nº 762, Centro.

Desde já contamos com a sua presença!

___________________________

Estefany Naiana Dias da Silva

ASSESSORA DE COMUNICAÇÃO

Manaus – Amazonas

2008

Marcadores:

As perspectivas da agricultura mundial para a próxima década e o impacto na produção de biocombustíveis

PADRÃO

AGÊNCIA NACIONAL DE PETRÓLEO

08/07/2007
01 lauda
À TV EM TEMPO
Editoria: Meio Ambiente

Por Silvânia Lopes

Especialistas do mundo inteiro irão se reunir neste sábado, dia 08 de julho, no Auditório do Tropical Hotel Manaus, a partir das 8h da manhã até 18h para debater sobre a perspectiva da agricultura mundial para a próxima década e o impacto na produção de biocombustíveis. O objetivo do encontro é criar e debater novas alternativas utilizadas na produção de biocombustíveis evitando o aquecimento global.

De acordo com o relatório da Política Agrícola Comum da União Européia (PAC), a quantidade de oleaginosas usadas para biodiesel deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos. Nos Estados Unidos, o etanol feito a partir do milho vai duplicar até 2016, enquanto, no Brasil, os 21 mil milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 mil milhões. Consequentemente, a destruição de ecossistemas naturais como a floresta Amazônica brasileira para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis vai aumentar, agravando ainda mais a situação do aquecimento global, alertaram especialistas americanos.

O relatório aponta o forte aumento da demanda de etanol de milho nos Estados Unidos provoca a destruição crescente da floresta amazônica no Brasil, uma vez que para atender à demanda do etanol, os agricultores dos EUA pararam de alternar os cultivos de milho com as de soja. Desta forma, os brasileiros precisam produzir ainda mais soja para atender à demanda mundial insatisfeita, e isso acaba por afetar a florestas virgens.

Uma preocupação tanto do ponto de vista da alta de preços dos cereais, quanto ao próprio meio ambiente, que precisa ser preservado. “Precisamos pensar em novas formas de produção de biocombústiveis, visto que nossa meta é trabalhar pelo progresso, mas sem esquecer que a preservação do meio ambiente é primordial”, afirmou o diretor da Agência Nacional de Petróleo.


* CONTATO: (92) 8804-6591 - SILVÂNIA LOPES/ASSESSORA DE IMPRENSA

DIRIGIDO

08/07/2007
01 lauda
À TV EM TEMPO
Editoria: Meio Ambiente

Combustível alternativas

Especialistas do mundo inteiro irão se reunir neste sábado, dia 08 de julho, no Auditório do Tropical Hotel Manaus, a partir das 8h da manhã até 18h para debater sobre a perspectiva da agricultura mundial para a próxima década e o impacto na produção de biocombustíveis. O objetivo do encontro é criar e debater novas alternativas utilizadas na produção de biocombustíveis evitando o aquecimento global.

A Política Agrícola Comum da União Européia (PAC) divulgou um relatório afirmando que a quantidade de oleaginosas usadas para biodiesel deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos. Nos Estados Unidos, o etanol feito a partir do milho vai duplicar até 2016, enquanto, no Brasil, os 21 mil milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 mil milhões.

Uma preocupação tanto do ponto de vista da alta de preços dos cereais, quanto ao próprio meio ambiente, que precisa ser preservado. “Precisamos pensar em novas formas de produção de biocombústiveis, visto que nossa meta é trabalhar pelo progresso, mas sem esquecer que a preservação do meio ambiente é primordial”, afirmou o diretor da Agência Nacional de Petróleo.

* CONTATO: (92) 8804-6591 - SILVÂNIA LOPES/ASSESSORA DE IMPRENSA


CONVOCAÇÃO

Agência Nacional de Petróleo
08/07/2007
01 lauda
À TV EM TEMPO
Editoria: Meio Ambiente

Viemos por meio deste, convidar este veículo de comunicação para participar da I Conferência Internacional sobre as perspectivas da agricultura mundial para a próxima década e o impacto na produção de biocombustíveis. Especialistas de todo o mundo irão se reunir neste sábado, dia 08 de julho, no Auditório do Tropical Hotel Manaus, a partir das 8h da manhã até 18h para debater sobre esse assunto.

Durante o encontro, especialistas do mundo inteiro irão discutir sobre a destruição dos ecossistemas naturais e o aquecimento global, relacionados à produção de biocombustíeis.

A Agência Nacional de Petróleo irá apresentar suas propostas, isto é, a continuidade na produção de biocombustíveis, de modo a atender à demanda do etanol , mas com consciência ecológica, sem gerar grandes impactos à floresta amazônica no Brasil.

Estamos à sua inteira disposição para mais informações.

Atenciosamente,
Silvânia Lopes
ASSESSORA DE IMPRENSA
CONTATO: (92) 8804-6591



SERVIÇO:

* ASSUNTO: I CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE AS PERSPECTIVAS DA AGRICULTURA MUNDIAL PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS

* DATA: 08 de julho de 2007

* HORA: 8h às 18h

* LOCAL: Tropical Hotel Manaus

* CONTATO: (92) 8804-6591 - SILVÂNIA LOPES/ASSESSORA DE IMPRENSA

Pesquisas afirmam que o uso do Biocombustivel prejudica a natureza

Empresa : Agencia Nacional de Petroleo
Padrão
27.03.2008
Laudas: 1
Veiculo (os): Jornal Brasil
Editoria: Redação

Por : Jaime Lobato


Relatorios divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em 23 de janeiro passado, foram desmatados cerca de 7 mil quilômetros quadrados da Floresta Amazônica brasileira nos últimos cinco meses de 2007. Este número, que representa um aumento vertiginoso no ritmo do desflorestamento, foi atribuído pelas autoridades brasileiras, entre outros motivos, à disparada no cultivo da soja em algumas regiões.

Segundo o pesquisador da Nature Conservancy, Joe Fargione, todos os biocombustíveis que utilizamos atualmente promovem uma destruição da natureza, direta ou indiretamente. “Se nós estamos tentando limitar o aquecimento global, é um absurdo desmatarmos para produzir os biocombustíveis", afirma o pesquisador.

De acordo com os estudos dos cientistas americanos, o forte aumento da demanda de etanol de milho nos Estados Unidos provoca a destruição crescente da floresta amazônica no Brasil, uma vez que para responder à demanda do etanol, os agricultores dos EUA pararam de alternar os cultivos de milho com as de soja. Desta forma, os brasileiros precisam produzir ainda mais soja para atender à demanda mundial insatisfeita, e isso acaba por afetar as florestas virgens.

Para o professor de economia da Universidade de Minnesota, Stephen Polasky, os governos não só não utilizam um sistema para encorajar os proprietários a limitarem as emissões de CO2, como também lhes oferecem incentivos financeiros para terem plantações destinadas a produzir biocombustíveis, revela o professor.

Os autores deste estudo ressaltam, no entanto, que alguns biocombustíveis não contribuem ao aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente.Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e como plantas herbáceas que são objeto de inúmeras pesquisas.


Empresa: Agência Nacional de Petróleo
Dirigido
27.03.2008
Laudas: 1
Veiculo: Jornal Brasil
Editoria: Coluna


Desmatamento x Biocombustíveis

Dados dos cientistas cujos trabalhos aparecem na revista "Science" de 8 de fevereiro afirmam que o volume de CO2 encontrado na atmosfera oriundo da derrubada de florestas virgens, savanas, turfeiras ou estepes ultrapassa o volume de CO2 que não é emitido graças à utilização de biocombustíveis.Cálculos feitos pelos pesquisadores afirmam que os desmatamentos para o cultivo do milho ou da cana-de-açúcar, a partir dos quais se produz etanol ou ainda da soja para biodiesel, são responsáveis por volumes de emissões de CO2 de 17 a 420 vezes maiores que a redução anual resultante da substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis.



Empresa : Agencia Nacional de Petroleo
Convocação
27.03.2008
Laudas: 1
Veiculo (os): Jornal Brasil
Editoria: Redação


Vimos por meio desta, convocar esta empresa de comunicação para participar do seminário que terá como tema “Biocombustíveis prejudicam a natureza” que acontecerá no dia 25 de abril de 2008, no auditório Nina Lins, localizado a avenida Nilton Lins, 2345, bairro Parque das Laranjeiras.

O seminário terá como âncora o pesquisador Joe Fargione da Nature Conservancy , uma das mais importantes organizações privadas de proteção do meio ambiente do planteta.

Segundo Fargione a agricultura mundial já produz alimentos para seis bilhões de seres humanos e aumentar a produção de biocombustíveis forçará a antecipação do desmatamento de superfícies naturais para plantações.

O evento está previsto para começar às 8h sendo que a entrada e gartuita.

Serviço:
Evento: Seminário “Biocombustíveis prejudicam a natureza”
Dia: 25/04/2008
Hora: 8h
Local: Auditório Nina Lins localizado a avenida Nilton Lins, 2345, bairro Parque das Laranjeiras.



Assessor: Jaime Lobato
Agencia Nacional de Petroleo

02 abril, 2008

Relatório aponta danos ao meio ambiente causados pelo uso dos biocombustíveis

AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)
Data: 02/04/2008
Destino: Jornal O Dia
Editoria/Caderno: Cidades
Laudas: 01

PADRÃO

Por Haroldo Medeiros

A crescente demanda da meteria prima para produção de biocombustíveis vai fazer o cultivo de cereais aumentar nas próximas décadas, decorrente disso o preço destes produtos também vai subir porque além de matéria prima para etanol e biodisel, também são usados para alimentação humana.

Estes dados fazem parte de um relatório da União Europeia. (UE), que comprova que haverá uma alta no preço porque a quantidade de oleaginosas usadas para produção de biodisel devem aumentar dos atuais 10 milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos e no Brasil, os 21 milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 milhões.

O cientista Joe Fargione da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Ecoónómicos (OCDE) diz no relatório que todos os biocombustíveis utilizados atualmente promovem uma certa destruição da natureza, direta ou indiretamente. “Com a destruição da floresta amazônica o carbono preso nas árvores vai voltar para a atmosfera em forma de CO2 quando elas forem derrubadas agravando ainda mais o efeito estufa”, afirma.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE) em 23 janeiro do ano passado foram desmatados cerca de 7 mil quilômetros quadrados da floresta amazônica brasileira nos últimos cinco meses de 2007. Este número, que representa um aumento vertiginoso no ritmo do desflorestamento foi atribuído pelas autoridades brasileiras, entre ouros motivos, à disparada no cultivo da soja em algumas regiões.

O governo brasileiro já se comprometeu a analisar o relatório para ver o que será possível fazer para evitar mudanças no clima mundial evitando a destruição dos ecossistemas naturais como a própria floresta para a produção de biocombustiveis.

De acordo com alguns especialistas favoráveis a utilização de energias alternativas alguns biocombustíveis não contribuem para o aquecimento global porque não deixam intacto ao meio ambiente. Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e como plantas herbaces que são objetos de inúmeras pesquisas.


AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)
Data: 03/04/2008
Destino: Jornal O Dia
Editoria/Caderno: Economia
Laudas: 01

DIRIGIDO

Aumento de Preço

Cientista alertam que o preço de alguns produtos como cereais, açúcar, oleaginosas e óleos vegetais deve aumentar, porque além de serem utilizados para alimentação também servirão para produzir etanol e biodisel. Segundo um relatório divulgado pela União Eurepeia UE, pode verificar-se uma alta no preço porque a quantidade de oleaginosas usadas para biodisel deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos. No Brasil, os 21 milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 milhões.


AGENPET (Agência Nacional de Petróleo)
Data: 28/03/2008
Destino: Jornal O Dia
Editoria/Caderno: Economia
Laudas: 01

Convocação

A Agência Nacional de Petróleo convida os jornalistas deste veículo de comunicação para participar do debate sobre o aumento do preço de alguns produtos com destaque para os cereais que serão utilizados na produção de biocombustiveis. O debate pretende esclarecer dúvidas sobre a produção de biocombustiveis recentemente questionado em um relatório divulgado pela União Europeia (UE).

Após o debate acontecerá uma coletiva conduzida pelos presidentes da empresa Petrobras e algumas autoridades convidadas. Durante a coletiva os jornalistas poderão conhecer algumas das soluções inovadoras da Agencia Nacional de Petróleo para não causar danos ao meio ambiente.
O evento será na próxima segunda-feira, dia 7 de abril, no auditório da Petrobrás, localizado a avenida Mauro Ramos, 1624 - 3º andar - Centro.

A Agencia Nacional de Petróleo ficará honrada com a sua presença.

Envie um e-mail para comunicação@hotmail.com com suas dúvidas, sugestões ou comentários sobre este press release ou se preferir, entre em contato pelo fone/fax: (92) 5575-6007

Haroldo Medeiros
Assesssor de Comunicação

Crise na produção agrícola causa aumento de preços

Padrão

Agência Nacional de Petróleo
Data: 02/04/08 Número de laudas: 01
Veículo de destino: Tv Amazonas Editoria/ Economia

Por Luciane Mattos

No relatório divulgado nesta quarta-feira, pela Organização para o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAQ), pode-se verificar uma alta nos preços de alguns produtos.

Acontece uma redução de excedentes devido à procura chinesa e a forma de política agrícola da União Européia (PAC) também explicam os recentes picos nos preços de algumas matérias-primas.

O mais importante é a crescente utilização de cereais, açúcar, óleos vegetais para a produção de substitutos para os combustíveis fósseis como, etanol e o biodiesel, que segundo pesquisadores elevará os preços afetando dentre outros produtos a carne animal.


Dirigida

Agência Nacional de Petróleo
Data: 02/04/08
Veículo de destino: Tv Amazonas

Alerta sobre aquecimento global

O alerta vem de especialistas americanos que visam previnir a destruição do ecossistema natural para produção de biocombustíveis, o que agrava o aquecimento global e gera o efeito estufa. Para o pesquisador Joe Fargione, da organização privada Nature Conservancy, estamos tentando limitar o aquecimento global, é um absurdo desmatar para produzir o biocombustível. Quando o estudo foi divulgado, os cientistas americanos explicam que o forte aumento da demanda de etanol de mihlo nos EUA, provoca a destruição crescente da floresta amazônica. Assim, os brasileiros precisam produzir ainda mais soja para atender a demanda mundial insatisfeita.

Convocação

Agência Nacional de Petróleo
Data: 24/03/08 Número de laudas: 01
Veículo de destino: Tv Amazonas

Venho por meio desta, convidar sua emissora a participar do encontro que, dentre outros assuntos irá debater o aumento dos produtos agrícolas de acordo com o relatório da Organização e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Terá a participação de vários representantes do meio como o pesquisador, Joe Fargione da Universidade dos EUA.

Data: 05.04.2008
Hora: 19 horas
Local: Auditório da Universidade Federal do Amazonas (UFAM)
End. Av. Rodrigo Otávio - Japiim

Release
No relatório divulgado nesta quarta-feira, pela Organização para o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAQ), pode-se verificar uma alta nos preços de alguns produtos.

Acontece uma redução de excedentes devido à procura chinesa e a forma de política agrícola da União Européia (PAC) também explicam os recentes picos nos preços de algumas matérias-primas.

O mais importante é a crescente utilização de cereais, açúcar, óleos vegetais para a produção de substitutos para os combustíveis fósseis como, etanol e o biodiesel, que segundo pesquisadores elevará os preços afetando dentre outros produtos a carne animal.

Relatório diz que produção do Biocombustível pode causar danos ao planeta.

Padrão
Empresa: Agência Nacional de Petróleo
03.04.2008 Laudas: 1
Veiculo: Jornal Acrítica Editoria: Meio-Ambiente.

Por: Liliane Pinheiro

Os produtos agrícolas vão ficar mais caros nas próximas décadas,á floresta amazônica pode sofrer uma grande devastação causando o aumento da emissão de CO2 na atmosfera.Estas notícias foram retiradas do relatório da União Européia divulgado na última semana de março nos Estados Unidos.

Segundo o relatório as causas dessas catástrofes poderá ser o aumento da produção de cereais e vegetais cultivados,para produção dos Biocombustíveis,agravando também a questão do aquecimento global.

O relatório aponta que a quantidade de oleaginosas usadas para o biodisel deve aumentar dos atuais 10 milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos.Nos Estados Unidos, o etanol feito a partir do milho vai duplicar até 2016,enquanto, no Brasil, os 21 mil milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 milhões.

Dados recentes divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (INPE) dizem que foram desmatados cerca de 7 mil quilômetros quadrados da floresta amazônica, um aumento significativo do desmatamento nos últimos anos.

Apesar dos alarmes alguns pesquisadores brasileiros e da própria comunidade européia ainda defendem a produção do biocombustível, segundo eles, a produção vai contribuir para o aquecimento global porque esta não deixa intacto o meio ambiente e o carbono retido nas árvores e plantas derrubadas assim como o solo onde estavam estes vegetais, lançado á
atmosfera em forma de CO2 em uma ação que pode demorar muitas décadas, talvez séculos.

A grande preocupação é se os EUA pararem de alternar os cultivos de milho com as de soja, o Brasil terá que produzir mais soja a fim de atender a grande demanda mundial das matérias primas de biocombustíveis como a soja.





Dirigido

Empresa: Agência Nacional de Petróleo
03.04.2008 Laudas: 1
Veiculo: Jornal Amazonas em Tempo Editoria: Coluna.


Debate sobre Biodisel


Acontece no próximo dia 1o de abril no auditório da Agência Nacional de Petróleo um debate sobre a produção do biocombustivel com a participação de Instituições não governamentais do meio ambiente, além da presença do cientista Michael Joseph da Universidade de Yale nos Estados Unidos.

A pauta vai discutir o aumento da produção do biocombustível frente á destruição da floresta amazônica. Cientistas internaiocnais estudam a relação do fato com a possibilidade do aumento dos preços dos produtos agrícolas e a destruíção de ecossistemas naturais.





Convocação

Empresa: Agência Nacional de Petróleo
05.04.2008 Laudas: 1
Veiculo:Jornal o Globo Editoria: redação.


Vimos por meio desta, convocar esta empresa de comunicação para participar do seminário com o tema: Biocombustível em questão a ser realizada no dia 10 de abril, de 2008 com início ás 9:00 horas, no salão de reuniões do Hotel Mercury.

O seminário abordará o relatório divulgados em março pela União Européia que critica o aumento da produção de cereais, açúcar,oleaginosas e óleos vegetais para a produção de biocombustíveis alegando que isso de fato ocorrer vai ocasionar sérios riscos ao meio ambiente. Segundo o relatório os 21 mil milhões de litros de etanol produzidos hoje devem saltar para 44 milhões.

Serviço

Contatos:8808-8888/611-7777
Local: Hotel Mercury Arco, Salão Vitória Régia
Av. Recife n.1000 Bairro Adrianopolis
Horário:11:00hs
Dia: 10.04.2008

Atenciosamente,

Liliane Pinheiro

Assessora de Comunicação

Crise agrícola externa aumenta preço de produtos

Padrão

Organização Vitória Amazônia
Data: 24/03/08
Veículo de destino: A crítica
Número de laudas: 1
Editoria/caderno: Mundo
Por: Luiz Pinheiro
Segundo o relatório da Organização para o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAQ) divulgado na quarta-feira, pode-se verificar uma alta nos preços de alguns produtos, com destaque para os cereais.

As secas que estão acontecendo em alguns paises produtores de cereais e a redução de excedentes devido à procura chinesa e a reforma da Política Agrícola da União Européia (PAC) explicam os recentes picos nos preços de algumas matérias-primas. Em alguns trechos o relatório informa que “olhando para longo prazo, as mudanças estruturais que estão a decorrer vão manter os preços altos para muitos produtos agrícolas na próxima década”.

A redução dos excedentes e o declínio dos subsídios à exportação contribuem para estas alterações, sendo que, o mais importante é a crescente utilização de cereais, açúcar óleos vegetais para a produção de substitutos para os combustíveis fósseis como o etanol e o biodiesel, o que ainda segundo o relatório, elevará os preços, afetando, ainda, a alimentação animal.

O relatório prevê que, nos EUA, o etanol feito a partir do milho irá duplicar Até o ano de 2016, enquanto que no Brasil, os 21 milhões de litros produzidos hoje saltarão para 44 milhões. Na maior parte dos países temperados, a produção de etanol e biodiesel, não são viáveis economicamente sem apoios públicos.
O que significa que as decisões políticas que forem tomadas no curto prazo poderão modificar o cenário. A introdução de novas tecnologias e o preço do petróleo são outras duas variáveis que também contribuem para que ainda persistam muitas incógnitas sobre o futuro deste novo mercado.
Dirigido
Organização Vitória Amazônia
Data: 24/03/08
Veículo de destino: A crítica
Número de laudas: 1
Editoria/caderno: Coluna
Alerta Global

Especialistas americanos da organização privada Nature Conservancy, alertaram que destruir ecossistemas naturais para a produção de biocombustíveis, agrava o aquecimento global, gerando por muitas décadas, mais dióxido de carbono, o principal causador do efeito estufa. Joey Fargione, pesquisador da organização afirmou que, “se nós estamos tentando limitar o aquecimento global, é um absurdo desmatar para produzir os biocommbustíveis”.
No estudo divulgado nesta quinta-feira, os cientistas americanos explicaram que o forte aumento da demanda de etanol de milho nos EUA provoca a destruição crescente da floresta amazônica. Desta forma, os brasileiros precisam produzir ainda mais soja para atender a demanda mundial insatisfeita, afetando as florestas virgens.
Convocação
Organização Vitória Amazônia
Data: 24/03/08
Veículo de destino: A crítica
Número de laudas: 1
Editoria/caderno: Informativo

Venha por meio desta, convidar essa empresa de comunicação a participar de uma palestra com o tema “destruição dos ecossistemas”, aser realizado no dia 4 de abril, às 16h, no auditório da Nina Lins, no Centro Universitário Nilton Lins.

Estarão na palestra especialistas americanos da organização privada Nature Conservancy, junto a outras entidades não-governamentais debatendo sobre a destruição dos ecossistemas naturais para a produção de biocombustíveis, o que agrava o aquecimento global e sobre o dióxido de carbono, o principal causador do efeito estufa.

Serviço:
Evento: palestra (Destruição dos ecossistemas)
Dia: 04 de Abril
Hora: 16h
Local: Auditório da Petrobrás

Produção do Biocombustível afetará preços dos produtos agrícolas

Padrão
Empresa: Agência Nacional de Petróleo 26.03.08
Laudas: 1
Veiculo (os): TV, Rádio e jornais impressos
Editoria: Meio-Ambiente.

Por: Rafael Marques

O aumento da produção dos cereais e vegetais para uso como matéria prima de Biocombustivéis fará aumentar nas próximas décadas os preços dos produtos agrícolas, este e outros alertas foram divulgados esta semana por meio de um relatório da União Européia (EU).

Segundo o relatório, a quantidade de plantas oleaginosas usadas para o biodisel deve aumentar dos atuais dez milhões de toneladas para 21 milhões dentro de dez anos. Nos EUA, o etanol feito a partir do milho vai duplicar até 2016, enquanto, no Brasil, os 21 milhões de litros hoje produzidos saltarão para 44 milhões.

Esses aumentos vão gerar outros problemas que, além do bolso, vão afetar o meio ambiente, isso é o que vem preocupando alguns especialistas americanos. Segundo eles destruir ecossistemas naturais para dar lugar a cultivos destinados à produção da matéria-prima dos Biocombustivéis vai agravar o problema do aquecimento global. “Se nós estamos tentando limitar o aquecimento global, é um absurdo desmatarmos para produzir os biocombustiveis”, afirmou Joe Fargione, um pesquisador da Nature Conservancy e um dos autores do relatório.

Os cientistas americanos explicaram que o forte aumento da demanda de etanol de milho nos Estados Unidos vai provocar a destruição crescente da floresta amazônica no Brasil. Pois para responder a demanda do etanol, os agricultores dos EUA pararam de alternar os cultivos de milho com as de soja. Desta forma, os brasileiros precisam produzir mais soja para atender a demanda mundial.

Apesar da polêmica criada com o relatório, outros pesquisadores defendem a produção dos biocombustivéis, pois segundo eles estes não contribuem para o aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente. Mas o relatório alerta para a necessidade de área para plantio o que sempre prejudica o meio ambiente.

O governo brasileiro por meio da representante da Agência Nacional do Petróleo vai analisar o relatório da União Européia para tomar uma posição frente aos alertas sobre o desmatamento da Floresta Amazônica.

Dirigido
Empresa: Agência Nacional de Petróleo 26.03.2008
Laudas: 1
Veiculo: Jornal Acrítica
Editoria: Coluna.

Biodisel em discussão

A União Européia (UE) divulgou um relatório no qual aponta que a produção de matéria-prima para o biocombustível aumentará os preços dos produtos agrícolas nas próximas décadas e com alta produção, cientistas americanos alertaram para a degradação da Floresta Amazônica.

Em decorrência do relatório, a Agência Nacional de Petróleo discutirá no próximo dia 2 de abril, as 15 horas, no auditório da Petrobras a produção do biodisel no país.

Na ocasião, participam do seminário o professor de economia da Universidade de Minnesota, Stephen Polasky e o pesquisador da Nature Conservancy, Joe Fargione, juntamente com representantes do meio ambiente e entidades não governamentais.

Convocação
Empresa: Agência Nacional de Petróleo 26.03.2009
Laudas: 1
Veiculo: Jornal Acrítica
Editoria: Informativo.

A Agência Nacional de Petróleo vem por meio desta, convocar esta empresa de comunicação a participar do seminário com o tema “Produção de biocombustíveis no Brasil”, a ser realizado no dia 2 de abril, as 15h, no auditório da Petrobras localizado na Estrada da refinaria.

Na ocasião, estarão presentes ao evento os representantes do Ministério do Meio Ambiente e entidades não governamentais do Brasil, além do professor de economia da Universidade de Minnesota, Stephen Polasky e o pesquisador da Nature Conservancy, Joe Fargione, que são os autores de um relatório divulgado este mês para o mundo todo alertando sobre os prejuízos que os biocombustíveis podem trazer para o meio ambiente no planeta.

Favor confirmar presença de sua equipe pelo fone: 3642-2043.

Serviço
Evento: Seminário “Produção de biocombustíveis no Brasil"
Dia: 02.04.2008
Hora: 15 horas
Local: Auditório da Petrobras - Estrada da refinaria- Distrito Industrial

Atenciosamente
Assessoria de Comunicação

Estudo apresenta impactos mundiais causados pela produção dos biocombustíveis

Agência Nacional do Petróleo/ANPNotícias
Em 4 de Julho de 2007
Veículos de destino Jornais de Manaus Números de Laudas: 2
Editoria/Caderno: Mundo Autora: Sarah Maia

Release Padrão

Estudo apresenta impactos mundiais causados pela produção dos biocombustíveis

Por Sarah Maia

Cientistas americanos mostraram nesta quinta-feira um estudo que explica a crescente produção de soja no Brasil, que ocorre para atender à demanda mundial de etanol, considerada insatisfeita, atingindo de maneira direta as florestas virgens.

Os autores do estudo ressaltam que alguns biocombustíveis não contribuem para o aquecimento global porque deixam intacto o meio ambiente. Eles citam os biocombustíveis obtidos a partir de dejetos agrícolas e florestais, como pedaços de madeira e plantas herbáceas como os mais indicados, por isso já são objetos de inúmeras pesquisas.

Os biocombustíveis são fontes de energias renováveis, derivados de produtos agrícolas como a cana-de-açúcar, plantas oleaginosas, cereais e outras fontes de matéria orgânica. Estes produtos são usados na fabricação de biodiesel, etanol, metanol, metano e o carvão vegetal.

Segundo o relatório da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (ONU/FAO) divulgado esta semana, a produção de substitutos para os combustíveis fósseis é um dos principais causadores dos picos de preços que estas matérias-primas (cereais, açúcar, oleaginosas e óleos vegetais) vem atingindo, o que continuará acontecendo na próxima década.

O relatório mostra ainda que a produção de biocombustíveis tende a aumentar cada vez mais e depressa, assim como o conseqüentemente aumentando da produção de suas matérias primas.

Sete especialistas americanos afirmam que destruir ecossistemas naturais, como a floresta Amazônica, para dar lugar a cultivos destinados à produção de biocombustíveis vai agravar o aquecimento global, gerando, por muitas décadas, mais dióxido de carbono, o principal gás causador do efeito estufa.


O pesquisador da Nature Conservancy e um dos autores deste estudo, Joe Fargione, concorda com os especialistas americanos e afirma que é um absurdo desmatar para produzir os biocombustíveis, já que a tentativa é de limitar o aquecimento global. “Todos os biocombustíveis que utilizamos promovem uma destruição da natureza, direta ou indiretamente”, disse Fargione acrescentando também que a agricultura mundial já produz alimentos para bilhões de seres humanos e o aumento na produção de biocombustíveis força a antecipação do desmatamento de superfícies naturais para plantações.

No Brasil, as autoridades brasileiras afirmam que o grande cultivo de soja realmente é o principal causador do desmatamento ocorrido na Floresta Amazônica, que já perdeu cerca de 7 mil quilômetros quadrados de mata apenas nos últimos cinco meses de 2007. Este número divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em 23 de janeiro passado, representa um aumento vertiginoso no ritmo de desflorestamento.

O futuro deste novo mercado é uma incógnita, porém seus benefícios e malefícios já estão explícitos.








Agência Nacional do Petróleo/ANPNotícias
Em 5 de Julho de 2007
Veículos de destino Jornal Em Tempo Números de Laudas: 1
Editoria/Caderno: Coluna Autora: Sarah Maia

Release Dirigido

Biocombustível que desmata.

Nesta quarta-feira, 4 de Julho de 2007, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) divulgaram um relatório sobre as perspectivas da agricultura mundial na próxima década.
Este relatório apresenta uma crescente no preço de alguns produtos agrícolas, tais como cereais, açúcar, oleaginosas e óleos vegetais, e um dos principais motivos para que isso esteja ocorrendo é que estas matérias-primas são utilizadas na produção de biocombustíveis.
Este cultivo agrícola que cresce cada vez mais, tem sido a principal causa do desmatamento em nossas Florestas Virgens, pois desmatam áreas verdes para o plantio.
Cientistas especialistas em biocombustíveis e agricultura, apresentaram uma pesquisa que mostra todo o impacto ambiental causado, e esclarecem ainda que existem biocombustíveis que não causam desmatamento, como aqueles que são produzidos com os resíduos florestais.








Agência Nacional do Petróleo/ANPNotícias
Em 28 de Março de 2008
Veículos de destino Jornais de Manaus Números de Laudas: 1
Editoria/Caderno: --- Autora: Sarah Maia

Release de Convocação

Convite -


A Agência Nacional do Petróleo, convida-o para uma palestra que tem como tema BIOCOMBUSTÍVEIS E SEUS IMPACTOS FLORESTAIS – que será realizada no.dia 04 de Abril de 2008, no Auditório Nina Lins do Centro Universitário Nilton Lins.

O objetivo deste evento é esclarecer alguns pontos bons e ruins da produção do biocombustível, apresentando o efeito do cultivo de matérias-primas utilizadas em sua produção, e o impacto ambiental que isto causa.

Aproveitamos para agradecer a oportunidade que nos é dada, esperando poder contar com sua presença.

Desde já agradecemos sua atenção.

01 abril, 2008

Biodiesel: solução ou problema?

(RELEASE PADRÃO)
Emissor: Assessoria de Comunicação WWF (Worldwide Fund for Nature)
Data: 26/03/2008
Veículo de Destino: Jornal A Crítica Editoria/Caderno: Geral
Sugestão de Título: Biodiesel: solução ou problema?
Flash: A crescente utilização do Biodiesel em substituição aos combustíveis fósseis gera discussão e merece profundas reflexões sobre suas vantagens e desvantagens.

Por Tiziane Virgílio

A questão do Biodiesel como substituto aos combustíveis fósseis passou a ser tema de discussão em todas as partes do mundo.
Certamente a utilização do novo combustível traz ganhos para a humanidade, destacando-se a importância econômica e política da redução da dependência dos derivados do petróleo e representa, particularmente para o Brasil, uma excelente alternativa de novos negócios.
No entanto, a complexidade da utilização deste combustível traz à tona outras implicações que não podem, de maneira nenhuma, serem relegadas a segundo plano.
As questões mais significativas levantadas por cientistas e estudiosos do assunto dizem respeito às áreas destinadas ao plantio e à interferência no equilíbrio da produção e preços de alimentos.
A primeira delas faz menção à inviabilidade de se reduzir as áreas (escassas) de floresta para aumento do plantio das oleaginosas destinadas à produção do combustível. O ganho proveniente da redução da emissão de CO2 pelo biocombustível, ficaria muito aquém da emissão deste mesmo gás na atmosfera decorrente da derrubada das florestas.
Considerando o problema do aquecimento global, diretamente ligado à emissão de CO2 e as recentes e freqüentes catástrofes naturais decorrentes das mudanças no clima, parece bastante claro ser essa uma questão que deve ser aprofundada.
O segundo ponto a destacar diz respeito à priorização da produção de biocombustíveis, em detrimento dos alimentos, em um momento em que os estoques reguladores estão baixos e que as estatísticas mostram que 16% da população mundial passa fome (ONU/FAO).
Sem dúvida são questões importantes e que devem ser consideradas e debatidas com profundidade e seriedade pelos órgãos responsáveis.


(RELEASE DIRIGIDO)
Emissor: Assessoria de Comunicação WWF (Worldwide Fund for Nature)
Data: 26/03/2008
Veículo de Destino: Jornal A Crítica Editoria/Caderno: Economia
Retranca: Biocombustíveis/WWF


As implicações econômicas e sociais que envolvem o uso dos biocombustíveis têm diversas vertentes e arrebatam defensores e críticos em todo meio político, acadêmico e científico.
A atual discussão mundial em torno da eficiência e eficácia da substituição dos combustíveis fósseis, pelos derivados de matéria viva, os biocombustíveis, tem sido um belo exemplo da impossibilidade de se analisar mudanças tão significativas sob uma única ótica.
Essa discussão ganha corpo ao redor do mundo e caberá aos economistas instalados nos mais diversos governos definir os caminhos a serem trilhados, uma vez que, que segundo estudos realizados a produção do Biocombustível depende fortemente de subsídios do estado.
Administrar a economia ou liderar a Nação? PIB ou Qualidade de Vida?


(RELEASE CONVOCAÇÃO)
Emissor: Assessoria de Comunicação WWF (Worldwide Fund for Nature)
Data: 26/03/2008
Veículo de Destino: Jornal A Crítica


À
A Crítica
Manaus



O Worldwide Fund for Nature (WWF - Brasil) realizará nesta sexta-feira, dia 28 de março, uma palestra que terá como tema “Biocombustíveis” e a partir de um painel apresentado por especialistas e estudiosos do assunto serão abertas discussões entre os participantes para um maior aprofundamento nas questões que cercam a nova alternativa em substituição aos combustíveis fósseis e suas inúmeras implicações.


Palestra “Biocombustíveis”
Palestrante: Lúcio Brush (Presidente da Fundação Zeri no Brasil)
Local: Auditório Geólogo Pedro de Moura
Av. Djalma Batista, 369 – Chapada
Data: 28 de Março (Sexta-feira)
Horário: 19:00
Informações: 3088-6858

31 março, 2008

Biocombustíveis preocupa pesquisadores

Por Ivana Costa

Segundo dados divulgados pelo instituto Nacional de Pesquisas Espaciais ( inpe) foram desmatados cerca de 7.000 quilômetros quadrados da floresta Amazônica brasileira nos últimos cinco meses de 2007. Um aumento acelerado no desflorestamento, para cultivo de soja em algumas regiões.

Cientistas americanos explicaram que o aumento da demanda do etanol de milhos nos estados Unidos, provoca destruição crescente de florestas no Brasil. Os brasileiros precisam produzir mais soja para e atender a demanda mundial,com isso acaba afetando as florestas virgens.

“Todos os biocombustíveis que utilizamos atualmente promovem uma destruição da natureza, direta ou indiretamente”, afirmou Fargione.

Pesquisadores estimaram que na idonésia, onde as turfeiras foram derrubadas para o cultivo de palmeiras, a fim de produzir biodisel, seriam necessários 423 anos para este combustível tivesse uma contribuição na redução das emissões de C02.