A Prova dos nove
Ao longo do processo educacional no Brasil, alunos tentam provar aos professores que entendem os assuntos dados em salas de aula através das boas médias. Nesse processo, a avaliação é substituída pela prova, que, embora alguns pedagogos afirmam que a prova é somente um documento exigido pelo MEC, os alunos que não conseguem a média estipulada pela Instituição de ensino, ficam reprovados retardando a tão sonhada formatura. Nesse caso, são punidos sem ter o direito de se justificar se os ensinamentos supostamente transmitidos pelos mestres, foram passados com competência.
A Vice-reitora do Centro Universitário Nilton Lins, Professora Karla Pedrosa, tem um pensamento claro e definido sobre o assunto. ”Ser professor, enquanto apenas testamos ou provamos conhecimento, significa não compreender a leveza do nosso papel. Devemos, como docentes, compartilhar, incentivar e educar”.
As avaliações, ainda obrigatórias para aprovação de uma disciplina ou série, se tornam um instrumento de mão dupla entre alunos e professores. Os primeiros buscam o caminho do conhecimento; os segundos mostram os meios para ensinar e refletir. O importante é que ambos percebam o quanto deve evoluir em suas diferentes missões.
Testes e provas devem fazer parte do passado. O conhecimento é veloz; a transmissão deve ser em tempo real. O avanço das diversas tecnologias disponíveis para aprimorar os momentos de aprendizado permite aos professores antenados a preparação de aula mais inteligentes, interativas e ilustrativas.
As avaliações não podem assumir caráter punitivo, pois devem buscar clarear o traçado e não fechar os caminhos.
A forma de avaliação para saber se os alunos estão aprendendo, está sendo cada vez mais questionado pelos verdadeiros pedagogos, que estão preocupados com a forma de ensinar. A vice-reitora do Centro Universitário Nilton Lins, Karla Pedrosa, afirmam que muitos professores não estão compreendendo a verdadeira função do professor e afirma que a situação poderia melhorar se todos, enquanto docentes, pudessem compartilhar, incentivar e educar, e não se preocupassem tanto com o aprovar e reprovar. A avaliação ou prova não deve ser utilizada como um instrumento de punição.
UM DOS MAIS ANTIGOS INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA SABER SE OS ALUNOS ESTÃO APREDENDO OU NÃO O CONTEUDO DADO NA SALA DE AULA VOLTA A SER PONTO DE DISCUSSÃO ENTRE ALUNOS E PROFESSORES // PARA OS ALUNOS A AVALIAÇÃO SE TORNOU PROVA E É UM INSTRUMENTO DE PUNIÇÃO// PARA OS PROFESSORES A AVALIÇÃO SERVE PARA MEDIR O GRAU DE APRENDIZADO DO ALUNO // A VICE-REITORA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO NILTON LINS ENTENDE QUE A PROVA É NECESSÁRIA PARA A PROVAÇÃO DO ALUNO E OS PROFESSORES PODERIAM PARTICIPAR MAIS DO PROCESSO DE FORMAÇÃO/ DEVEM ADOTAR POSTURAS DE EDUCADORES///
ALUNOS PEDEM MUDANÇA DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL/
AS PROVAS ESTÃO SE TORNANDO NAS MÃOS DE ALGUNS PROFESSORES UM INSTRUMENTO DE PUNIÇÃO//
A CLASSE ESTUDANTIL PEDE MAIOR COMPROMETIMENTO DOS PROFESSORES QUANDO O ASSUNTO É EDUCAR//
02 maio, 2007
Notícias elaboradas pela Agência de Notícias do curso de Comunicação Social da UniNIlton Lins
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